O domingo da Assunção no XIII Congresso da Pastoral Familiar

O dia iniciou-se com a oração das Laudes conduzida por dom Petrini, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família. A assembleia reunida celebrou com o bispo a oração da Igreja, motivados pela orientação que o próprio dom Petrini havia feito.

A programação do dia teve como primeira apresentação a palestra de dom Severino Clasen, presidente da Comissão Episcopal para o Laicato e recém-designado bispo para a diocese de Caçador (SC).

Ele iniciou sua colocação falando que “é preciso tomar cuidado para que o trabalho pastoral não se torne um movimento, sob o risco de tornar a pastoral um objeto” porque se assim for, segundo o bispo, corremos o risco de que o trabalho acabe.

“Amor é uma das palavras mais procuradas de nossa língua, mas também q mais desgastada” afirmou dom Severino ao falar que hoje as famílias têm dificuldade em exercitar o amor, por não saberem mais o que isso significa. Também disse que “somos cidadãos do Reino dos Céus” ao afirmar que o casal cristão não pode entregar-se às coisas deste mundo, às futilidades passageiras e ao trabalho desmedido, mas precisam dar mais atenção às coisas que não passam. E citou diversos trechos do Familiaris Consortio e do Documento de Aparecida para exortar os agentes reunidos no Congresso.

O segundo momento do domingo foi apresentado pelo dr. Carlos Berlini, representante e coordenador nacional da ONG Ai.Bi. – Amici Dei Bambini, que trabalha com adoção. Ele apresentou um relatório sobre como está a questão da adoção no Brasil e como a parceria com a Pastoral Familiar está ajudando na conscientização das pessoas e das famílias sobre a beleza de ter o coração aberto para uma “espiritualidade de acolhida”.

Depois, falou o casal Eunides e Bosco, assessores pedagógicos nacionais do INAPF – Instituto Nacional da Pastoral Familiar – que motivaram os agentes a buscarem cada vez mais a criação dos núcleos Regionais de Formação e Espiritualidade, importantes para a formação sistemática dos agentes da Pastoral Familiar.

Após o intervalo do café, dom Petrini, despediu-se por questões da viagem de retorno, e em sua despedida falou no projeto Raquel, que é dirigido às mulheres que fizeram o aborto, mas que se arrependem e desejam buscar o perdão de Deus. Essas mulheres são atormentadas pelo peso da culpa e desejam alcançar o perdão. Esse trabalho é fruto de um congresso realizado pelo Vaticano há três anos, cujo tema era o Óleo sobre as Feridas. Agradeceu a dom Walmor e ao casal coordenador do Regional Leste 2, Júlio e Marília por todo o empenho na preparação do evento.

\"O

Ainda dentro da programação, o casal Ana Lúcia e Airton apresentaram um painel sobre o trabalho com os Casais em Segunda União, que em vário locais do Brasil acontece com a acolhida daqueles que não conseguiram viver a união matrimonial, mas que reconstruíram sua vida e agora tentam caminhar com um novo parceiro(a) como casal cristão apesar de não serem sacramentados.

Leia mais

XIII Congresso Nacional da Pastoral Familiar e os desafios da atualidade

\"Abertura

O Congresso Nacional é um momento de grande importância que acontece a cada três anos e abre espaço para a renovação da caminhada dos agentes de pastoral de todo o Brasil. Esta 13ª edição começou na noite da sexta-feira, 19/ago, e teve como tema “Família, pessoa e sociedade” e como lema “Somos cidadãos e membros da família de Deus” (Cf. Ef 2,19). Leia mais

Realizou-se o 7º Congresso da Pastoral Familiar de São João da Boa Vista

\"sam_1076\"

Aconteceu no dia 21/nov, na Diocese de São João da Boa Vista, na Casa de Nazaré, bairro do Sítio Novo, em São José do Rio Pardo, o 7º Congresso Diocesano da Pastoral Familiar.

Participaram do encontro cerca de 150 agentes de Pastoral Familiar que ocuparam o plenário da casa mantida pela diocese.

Leia mais