Vaticano publica o Instrumentum Laboris para a XIV Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos

Vaticano publica o Instrumentum Laboris para a XIV Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos

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Foi apresentado hoje, 23/jun, o Instrumentum Laboris para a XIV Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos, que acontecerá entre os dias 5 e 24/out/2015, no Vaticano.

Em cerca de 80 páginas estão apresentadas as linhas que serão discutidas diante do desafio do anúncio do Evangelho às famílias e da difusão da Boa Nova pelas famílias evangelizadas no meio do mundo.

Trata dos assuntos que mais preocupam a Igreja e que não são somente as questões dos Casos Especiais, mas também fala sobre a formação dos agentes e da construção de uma comunidade eclesial mais consciente de sua missão como Igreja povo de Deus.

Inclui-se também no documento a questão da fragilidade afetiva da pessoa e, consequentemente, das famílias, a questão da misericórdia, da caminhada cristã da penitência e do perdão.

Está em destaque também, como apareceu na lineamenta da assembleia de outubro de 2014, o caminho de preparação ao Sacramento do Matrimônio e o acompanhamento aos recém-casados.

As partes do documento:

PARTE I – ESCUTA DOS DESAFIOS NA FAMÍLIA

Capítulo I – A família e o contexto antropológico-cultural

  • O contexto sócio-cultural
  • A mudança antropológica
  • As contradições culturais
  • Contradições sociais
  • Fragilidade e força da família

 

Capítulo II – A família e o contexto sócio-econômico

  • A família recurso insubstituível da sociedade
  • As políticas em favor da família
  • O desafio de solidão e da precariedade (insegurança)
  • O desafio econômico
  • O desafio da pobreza e da exclusão social
  • O desafio ecológico

 

Capítulo III – Família e Inclusão

  • Idosos (A terceira idade)
  • O desafio de viuvez
  • A última temporada da vida e o luto na família
  • O desafio de deficiência
  • O desafio das migrações
  • Alguns desafios peculiar
  • A família e as crianças
  • O papel das mulheres

 

Capítulo IV – Família, afeto e vida

  • A importância da vida afetiva
  • A formação da afetividade
  • Fragilidade e imaturidade afetiva e emocional
  • O desafio da bioética
  • O desafio para a pastoral

 

PARTE II – O DISCERNIMENTO DA VOCAÇÃO FAMILIAR

Capítulo I – Família e pedagogia divina

  • O olhar de Jesus e da pedagogia divina na história da salvação
  • A Palavra de Deus na família
  • A pedagogia divina
  • Casamento natural e plenitude sacramental
  • Jesus e a família
  • A indissolubilidade, dom e tarefa
  • O estilo da vida familiar
  • A família no plano salvífico de Deus
  • União e fecundidade dos cônjuges
  • A família imagem da Trindade

 

Capítulo II – Família e vida da Igreja

  • A família nos documentos da Igreja
  • A dimensão missionária da família
  • A família caminho da Igreja
  • A medida divina do amor
  • A família em oração
  • Família e Fé
  • Catequese e família
  • A indissolubilidade do matrimônio e a alegria de viver juntos

 

Capítulo III – Família e caminho para a sua plenitude

  • O mistério criacional do matrimônio
  • Verdade e beleza da família e misericórdia para com as famílias feridas e frágeis
  • A ligação íntima entre a Igreja e a família
  • A família dom e tarefa
  • Ajudar a alcançar a plenitude
  • Os jovens e o medo de se casar
  • A misericórdia é a verdade revelada

 

PARTE III – A MISSÃO DA FAMÍLIA DE HOJE

Capítulo I – Família e evangelização

  • Anunciar  o Evangelho da família, hoje, em vários contextos
  • Ternura na família – ternura de Deus
  • A família sujeito da pastoral
  • A liturgia nupcial
  • A família obra de Deus
  • Conversão missionária e linguagem renovada
  • A mediação cultural
  • A Palavra de Deus fonte de vida espiritual para a família
  • A sinfonia das diferenças

 

Capítulo II – Família e formação

  • Preparação para o casamento
  • A formação dos futuros sacerdotes
  • A formação do clero e dos agentes pastorais
  • Familia e instituições públicas
  • O empenho sócio-político em favor da família
  • Pobreza e risco de usura
  • Conduzindo os nubentes no caminho de preparação para o casamento
  • Acompanhar os primeiros anos da vida matrimonial

 

Capítulo III – Família e acompanhamento

  • Cura pastoral das pessoas que vivem em união civil ou em coabitação
  • Em caminho para o sacramento nupcial
  • Curar as famílias feridas (separados, divorciados que não voltaram a casar, divorciados novamente casados, famílias monoparentais)
  • O perdão na família
  • “O grande rio de misericórdia”
  • A arte do acompanhamento
  • Os separados e divorciados fiéis ao vínculo
  • Deus nunca abandona
  • A simplificação de procedimentos e a importância da fé em causas de nulidade
  • A preparação dos operadores e o aumento dos tribunais
  • Linhas pastorais comuns
  • A integração dos divorciados novamente casados ​​civilmente na comunidade cristã
  • O caminho penitencial
  • A participação espiritual na comunhão eclesial
  • Casamentos mistos e com disparidade de culto
  • A peculiaridade da tradição ortodoxa
  • A atenção pastoral para as pessoas com tendências homossexuais

 

Capítulo IV – Família, generatividade, educação

  • A transmissão da vida e o desafio da desnatalidade
  • Responsabilidade generativa
  • Adoção e custódia
  • A vida humana mistério intangível
  • O desafio da educação e o papel da família na evangelização

 

CONCLUSÃO

 

O texto integral pode ser encontrado em http://www.vatican.va/roman_curia/synod/documents/rc_synod_doc_20150623_instrumentum-xiv-assembly_it.html

Feliz Páscoa!

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\”O anjo disse às mulheres: \’Não tenham medo! Porque eu sei que estão procurando Jesus, o Crucificado. Ele não está aqui, pois ressuscitou, como havia dito. Venham ver o lugar onde ele estava. E vão depressa dizer aos seus discípulos: Ele ressuscitou dos mortos! Eis que ele caminha à frente de vocês para a Galileia. Aí vocês o verão. É o que tenho a lhes dizer.\”

(Mt 28,5-7)

Encontro das Familias com o papa Francisco

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Nos dias 26 e 27/out/2013, aconteceu em Roma o Encontro das Famílias com o papa, por ocasião do Ano da Fé.

Na missa de encerramento do Encontro, no domingo, 27/out, o papa Francisco destacou a importância de três características fundamentais da família cristã: rezar, conservar a fé, viver a alegria.

Para o Papa, a oração familiar é a primeira característica fundamental da vida de uma família cristã:

\”Rezais algumas vezes em família? Algumas famílias o fazem certamente. Mas tantos perguntam-me: como se faz para rezar juntos em família? A oração é algo de pessoal e por outro lado não se encontra nunca um tempo apropriado, tranquilo para o efeito etc. Sim, é verdade, mas é também uma questão de humildade, de reconhecer que, tal como o publicano, também nós temos necessidade de Deus. Todas as famílias precisam de Deus, da sua misericórdia. E é preciso simplicidade! Rezar juntos a oração do Pai nosso durante as refeições. Isso é possível e não requer algo de extraordinário. Recitar juntos o terço em família é bonito, dá tanta força e rezar uns para os outros. A oração fortifica a família\”.

A segunda característica diz respeito a ser o santuário da fé, lembrando que, assim como fez são Paulo Apóstolo, citado na Segunda Carta à Timóteo, ela deve conservar a fé. E conservá-la

\”Não num cofre. Não a escondeu num lugar subterrâneo como fez o servo preguiçoso. S. Paulo comparou a sua vida àquela de uma batalha e de corrida. Ele conservou a fé porque não se limitou a defendê-la, mas anunciou-a irradiou-a, levou-a aos confins da terra. Ele se opôs decididamente, de forma vigorosa a todos aqueles que a queriam conservar, aqueles que queriam embalsamar a mensagem de Cristo limitando-a aos meros confins da Palestina. Por isso ele fez opções corajosas, foi para territórios hostis, deixou-se provocar por todos aqueles que viviam em lugares longínquos, de culturas diferentes, falou com franqueza sem medo. S. Paulo conservou a fé porque tal como a recebeu, doou-a, andando nas periferias e sem nunca permanecer nas posições defensivas\”.

Para o Papa, não basta guardar a fé para si como se fosse dinheiro que se deposita em um banco, mas a fé deve ser partilhada com todos. Deve haver um frenesi da fé assim como existe um frenesi dentro das jovens famílias que buscam as coisas do mundo.

A terceira característica da família cristã destacada pelo Santo Padre é a alegria:

\”A verdadeira alegria que se vive na família não é algo de superficial, não provém das coisas, das circunstâncias mais ou menos favoráveis. A verdadeira alegria provém da harmonia profunda que reina entre pessoas, aquela alegria que todos sentem no fundo do seu coração e que os faz viver a beleza de estarem juntos, de ajudarem-se mutuamente no caminho da vida. Mas na base deste sentimento de alegria profunda está a presença de Deus na família, o seu amor misericordioso, respeitoso de todos. Só Deus sabe criar a harmonia das diferenças\”.

Para o papa Francisco o segredo para uma família viver feliz é abrir-se ao amor de Deus, sem o qual a família perde a harmonia e se vive o individualismo que é o fim do amor em família. Para se abrir ao amor de Deus a família precisa seguir o exemplo da Família de Nazaré, vivendo sempre com fé e simplicidade.

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O Papa ainda dirigiu uma prece à Sagrada Família, onde pediu “a estima do silêncio” para que torne as famílias “cenáculos de oração, transformando-as em pequenas Igrejas domésticas, renovando o desejo de santidade, mantendo a nobre fadiga do trabalho, da educação, da escuta, da compreensão recíproca e do perdão”.

E para concluir, pediu ainda:

“Sagrada Família de Nazaré, restabelece na nossa sociedade a consciência do carácter sagrado e inviolável da família, bem inestimável e insubstituível.”

“Que cada família seja morada acolhedora de bondade e de paz para as crianças e para os idosos, para quem está doente ou sozinho, para quem é pobre e necessitado.”

“Jesus, Maria e José, nós vos rezamos confiadamente, a vós nos confiamos com alegria.”

A Jornada das Famílias reuniu em Roma milhares de famílias vindas de centenas de países do mundo.

Leia abaixo a íntegra do discurso do papa Francisco, no sábado, 26/out/2013

\”Queridas famílias, boa tarde!

Bem-vindas a Roma!

Viestes, como peregrinas, de muitas partes do mundo, para professar a vossa fé diante do túmulo de São Pedro. Esta praça acolhe-vos e abraça-vos: somos um só povo, com uma só alma, convocados pelo Senhor, que nos ama e sustenta. Saúdo também a todas as famílias que estão unidas através da televisão e da internet: uma praça que se espraia sem confins!Quisestes chamar a este momento «Família, vive a alegria da fé!» Gosto deste título! Entretanto escutei as vossas experiências, os casos que contastes. Vi tantas crianças, tantos avós… Pressenti a tristeza das famílias que vivem em situação de pobreza e de guerra. Ouvi os jovens que se querem casar, mesmo por entre mil e uma dificuldades. E então surge-nos a pergunta: Como é possível, hoje, viver a alegria da fé em família?

1. No Evangelho de Mateus, há uma palavra de Jesus que vem em nossa ajuda: «Vinde a Mim todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei-de aliviar-vos» (Mt 11, 28). Muitas vezes a vida é gravosa. Trabalhar é fatigante; procurar trabalho é fatigante. Mas, aquilo que mais pesa na vida é a falta de amor. Pesa não receber um sorriso, não ser benquisto. Pesam certos silêncios, às vezes mesmo em família, entre marido e esposa, entre pais e filhos, entre irmãos. Sem amor, a fadiga torna-se mais pesada. Penso nos idosos sozinhos, nas famílias em dificuldade porque sem ajuda para sustentarem quem em casa precisa de especiais atenções e cuidados. «Vinde a Mim todos os que estais cansados e oprimidos», diz Jesus.

Queridas famílias, o Senhor conhece as nossas canseiras e os pesos da nossa vida. Mas conhece também o nosso desejo profundo de achar a alegria do lenitivo. Lembrais-vos? Jesus disse: «A vossa alegria seja completa» (Jo 15, 11). Disse-o aos apóstolos, e hoje repete-o a nós. Assim, esta é a primeira coisa que quero partilhar convosco nesta tarde, e é uma palavra de Jesus: Vinde a Mim, famílias de todo o mundo, e Eu vos hei-de aliviar, para que a vossa alegria seja completa.

2. A segunda palavra, tomo-a do rito do Matrimônio. Neste sacramento, quem se casa diz: «Prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida». Naquele momento, os esposos não sabem quais são as alegrias e as tristezas que os esperam. Partem, como Abraão; põem-se juntos a caminho. Isto é o matrimônio! Partir e caminhar juntos, de mãos dadas, entregando-se na mão grande do Senhor.Com esta confiança na fidelidade de Deus, tudo se enfrenta, sem medo, com responsabilidade. Os esposos cristãos não são ingênuos, conhecem os problemas e os perigos da vida. Mas não têm medo de assumir a própria responsabilidade, diante de Deus e da sociedade. Sem fugir nem isolar-se, sem renunciar à missão de formar uma família e trazer ao mundo filhos. – Mas hoje, Padre, é difícil… – Sem dúvida que é difícil! Por isso, vale a graça do sacramento! Os sacramentos não servem para decorar a vida; o sacramento do Matrimônio não se reduz a uma linda cerimônia! Os cristãos casam-se sacramentalmente, porque estão cientes de precisarem do sacramento! Precisam dele para viver unidos entre si e cumprir a missão de pais. «Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença». Eles, no seu Matrimônio, rezam juntos e com a comunidade, porquê? Só porque é costume fazer assim? Não! Fazem-no, porque lhes serve para a longa viagem que devem fazer juntos: precisam da ajuda de Jesus, para caminharem juntos com confiança, acolherem-se um ao outro cada dia e perdoarem-se cada dia.

Na vida, a família experimenta muitos momentos felizes: o descanso, a refeição juntos, o passeio até ao parque ou pelos campos, a visita aos avós, a uma pessoa doente… Mas, se falta o amor, falta a alegria, falta a festa; ora o amor é sempre Jesus quem no-lo dá: Ele é a fonte inesgotável, e dá-Se a nós na Eucaristia. Nela, Jesus dá-nos a sua Palavra e o Pão da vida, para que a nossa alegria seja completa.

3. Está aqui, diante de nós, este ícone da Apresentação de Jesus no Templo. É um ícone verdadeiramente belo e importante. Fixemo-lo e deixemo-nos ajudar por esta imagem. Como todos vós, também os protagonistas da cena têm o seu caminho: Maria e José puseram-se a caminho, indo como peregrinos a Jerusalém, obedecendo à Lei do Senhor; e o velho Simeão e a profetisa Ana, também ela muito idosa, vêm ao Templo impelidos pelo Espírito Santo. A cena mostra-nos este entrelaçamento de três gerações: Simeão segura nos braços o menino Jesus, em quem reconhece o Messias, e Ana é representada no gesto de louvar a Deus e anunciar a salvação a quem esperava a redenção de Israel. Estes dois anciãos representam a fé como memória. Maria e José são a Família santificada pela presença de Jesus, que é o cumprimento de todas as promessas. Cada família, como a de Nazaré, está inserida na história de um povo e não pode existir sem as gerações anteriores.

Queridas famílias, também vós fazeis parte do povo de Deus. Caminhai felizes, juntamente com este povo. Permanecei sempre unidas a Jesus e levai-O a todos com o vosso testemunho. Obrigado por terdes vindo. Juntos, façamos nossas estas palavras de São Pedro, que nos têm dado força e continuarão a dar nos momentos difíceis: «A quem iremos nós, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna!» (Jo 6, 68). Com a graça de Cristo, vivei a alegria da fé! O Senhor vos abençoe e Maria, nossa Mãe, vos acompanhe!\”

Fonte: News.va – L’Osservatore Romano – Serviço de Imprensa do Vaticano.

 

Convite especial para os amigos do Pfsul1

Queremos convidar nossos amigos para estarem no Estande das Paulinas na 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no dia 11/ago, véspera da abertura da Semana Nacional da Família, às 18h, para o lançamento dos nossos livros.

Será um momento muito bonito, porque estaremos colocando um pouco de espiritualidade, através dos livros, nesse evento cultural de grande importância. Por isso, para quem estiver mais próximo a SP e estiver com um tempo livre, será muito importante estar conosco e com as Paulinas neste evento.

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Pontifício Conselho para a Família tem novo presidente

Com informações do Vaticano e da ACI Digital (texto e foto)

\"\"Dom Vincenzo Paglia foi nomeado pelo Papa Bento XVI como novo Presidente do Pontifício Conselho para a Família, em substituição do Cardeal Ennio Antonelli, cuja renúncia foi aceita por limite de idade.

O prelado, de 67 anos, desde 2000 se desempenhava como Bispo de Terni-Narni-Amelia (Itália). Dom Vincenzo Paglia também é licenciado em teologia e filosofia pela Universidade Lateranense e Mestre em pedagogia pela Universidade de Urbino.

Deste modo foi presidente da Federação Bíblica Católica Internacional e um dos fundadores da Comunidade de Santo Egidio, onde colaborou na organização de diversos encontros ecumênicos e interreligiosos.

Em 1973 foi nomeado reitor da igreja de Santo Egidio, a qual chegou a ser o centro da Comunidade de que leva o nome do santo. Em 1981 foi designado pároco de Santa Maria no Trastevere, Roma (Itália). Dom Paglia foi o primeiro sacerdote em ingressar na Albania logo depois das eleições livres de março de 1991. Neste país obteve a reabertura do Seminário, a restituição da Catedral e contribuiu nas relações entre a Albania e a Santa Sé.

Em 1999 negociou com o Ibrahim Rugova e Slobodan Milosevic durante a guerra de Kossovo e atuou como \”embaixador especial\” para a região várias vezes.

 

Isabel e Jorge – Homenagem da nossa amiga Célia

\"\" Eu e o Wanderley conhecemos Isabel e Jorge Mendes pelos caminhos do Senhor na Pastoral Familiar. Casal sempre presente nos Congressos Nacionais, nos Congressos do Regional Leste 2, que nós participamos e por questão da apresentação de seu livro nas Paulinas “Educar os Filhos na Fé”. Sempre realizando um belo trabalho em sua cidade Divinópolis – Minas Gerais e no Regional Leste 2.

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Nova equipe da Comissão Episcopal para a Vida e a Família

No site da Comissão Nacional da Pastoral Familiar, encontramos a informação abaixo, que repassamos para o conhecimento de nossos leitores.

Informamos há algumas semanas a escolha e o chamado aos padres que assessorarão a CNPF no próximo período. Agora, informamos os nomes da equipe completa:

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